Rita Marcotulli

9 SETEMBRO • 22H • LARGO MARTINS LIMA

Rita Marcotulli é uma renomada pianista e compositora de jazz italiana. Uma pianista elegante dotada de um timbre melódico e uma voz instrumental única. No início dos anos 80, apareceu na fervorosa cena romana,tornando-se numa das principais artistas do Jazz italiano. Ritatocavacommúsicos renomados como, Chet Baker, Steve Grossman, Peter Erskine, Joe Henderson, Joe Lovano, Charlie Mariano, Tony Oxley, Michel Portal, Richard Galliano, Enrico Rava, Michel Benita, Aldo Romano, Kenny Wheeler, Bob Moses e Andy Sheppard.
Quanto à sua fama e experiências, em 1987 no prestigioso referendo realizado pela crítica especializada para a revista "Jazz Music", foi eleita "Best Upcoming Talento italiano ”e no ano seguinte foi convocada por Billy Cobham para fazer parte de suas formações. Em meados dos anos 90, passou a alternar seus próprios projetos de jazz com colaborações no mundo da música pop, particularmente na banda de Pino Daniele e tocando com Pat Metheny.
Ativa como compositora de música e trilhas sonoras para filmes, em 2010 Marcotulli venceu o David di Donatello para Melhor Pontuação, bem como o Ciak d'oro e o Nastro d'Argento na mesma categoria para o pontuação da Basilicata de Rocco Papaleo. Em 2012, Marcotulli ganhou o Top Jazz Award, o mais prestigioso Italian Jazz Awards.

Andy Sheppard Costa Oeste

10 SETEMBRO • 22H LARGO MARTINS LIMA

Artista editado pela conceituada ECM, líder de banda e compositor, Andy Sheppard é um dos principais saxofonistas da Europa e um dos poucos músicos britânicos que tiveram um impacto significativo no panorama internacional do jazz, atuando em todo o mundo, em digressões pela Europa, EUA, África, América do Sul, Canadá, Austrália, Escandinávia, Índia, Rússia, Médio Oriente e Ásia.
Como líder de projetos, Sheppard lançou álbuns aclamados em diversas editoras, incluindo a Antilles/Island Records, a Blue Note e a Verve. Ao longo da carreira e na produção musical gravada, rodeou-se de músicos como Steve Swallow, Naná Vasconcelos, Arild Andersen, Rita Marcotulli, Eivind Aarset, Joanna MacGregor, Kuljit Bhamra ou Han Bennink. Consequentemente, o seu talento como compositor tornou-se cada vez mais procurado, da escrita para cinema, big bands e projetos comunitários de grande escala. Com uma duradoura carreira internacional, de mais de quatro décadas, torna-se difícil referir todas as gravações e colaborações nas quais Sheppard esteve envolvido. As suas conquistas granjearam inúmeras distincões ao longo dos anos, do galardão de Melhor Instrumentista nos prémios de jazz britânicos (British Jazz Awards), em 1989, ao prémio de melhor músico jazz europeu (European Jazz Musician of the Year), em 2016.
No novo projeto, Costa Oeste, o saxofonista britânico convida três dos mais inovadores instrumentistas a trabalhar no panorama português – o mestre da guitarra Mário Delgado, e dois dos nomes mais emocionantes que emergem de uma nova vaga de criação musical de jazz: Hugo Carvalhais, no contrabaixo, e Mário Costa, na bateria.

Bestiário

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA
11 SETEMBRO • 22H LARGO MARTINS LIMA

Bestiário é fruto de uma residência artística liderada pelo conceituado guitarrista Mário Delgado e que envolve vários músicos oriundos da cidade de Barcelos. Inicialmente financiada e parte da programação do Caleidoscópio, esta residência encontra neste Jazz ao Largo a sua apresentação pública, como resultado de vários dias de partilha e construção musical.
Mário Delgado é um dos guitarristas mais solicitados nos vários quadrantes da música portuguesa, é notório o seu uso de recursos menos óbvios através de manipulação electrónica ou de outras sonoridades acústicas pouco formais, para além de se poder mover em qualquer área estilística.
Na música improvisada faz parte do trio Lokomotiv de Carlos Barretto com José Salgueiro, do Trio TGB (Tuba guitarra e bateria) com Sérgio Carolino e Alexandre Frazão, do quarteto de Carlos Martins e do quarteto “Costa Oeste” de Andy Sheppard.
O seu disco Filactera foi a primeira gravação de um músico português para a editora Clean Feed.

Paulo Mesquita

11 SETEMBRO
15H WORKSHOP • 17H CONCERTO SALÃO NOBRE DA C.M. BARCELOS

Paulo Mesquita apresenta uma música de sonoridade claramente urbana, que caminha num (des) equilíbrio perfeito entre a subtileza e o arrebatamento, reveladora da formação clássica do pianista, o gosto pelo jazz nas suas mais variadas vertentes e o requinte de execução pianística, em cujo contexto o piano é tratado como um instrumento total, dentro e fora das teclas e das cordas. (Paulo Bastos, 2013)
Uma música livre de rótulos fáceis, mas que se pode integrar nos movimentos mais abrangentes do jazz contemporâneo pela simbiose entre experimentação, groove e improvisação.(Casa da música, 2014)
  A solo ou colaborativamente, Paulo Mesquita tocou em Portugal, Alemanha, Holanda e Irlanda. Enquanto multi-instrumentista está envolvido em variados projectos desde dança, teatro, cinema e música ao vivo onde se incluem Band Can Dance , Beasthunters, George Haslam, OZO, Paulo Mesquita e Stefano Risso, Steve Hubback, Soundspected, The Outer Limits, entre outros.

Luís Vicente

12 SETEMBRO • 17H CLAUSTROS DA CÂMARA MUNICIPAL DE BARCELOS

A descobrir e unir os pontos entre várias facetas desta grande linguagem que é o jazz, o trio comandado por Luís Vicente no trompete conta com Gonçalo Almeida no contrabaixo e Pedro Melo Alves na bateria .Chegam com “Chanting In The Name Of...”, selo Clean Feed, bem fresco na bagagem. Música altamente espiritual e aguerrida, que Hamid Drake descreve como uma lição sobre «continuar a procurar, em busca de novas possibilidades, alargando perspectivas individuais» e parte do «código subjacente de todo o universo». Com alegria e sentido de liberdade.

Jazzyababum

JAZZ PARA BÉBES
12 SETEMBRO • 10H THEATRO GIL VICENTE

A descobrir e unir os pontos entre várias facetas desta grande linguagem que é o jazz, o trio comandado por Luís Vicente no trompete conta com Gonçalo Almeida no contrabaixo e Pedro Melo Alves na bateria .Chegam com “Chanting In The Name Of...”, selo Clean Feed, bem fresco na bagagem. Música altamente espiritual e aguerrida, que Hamid Drake descreve como uma lição sobre «continuar a procurar, em busca de novas possibilidades, alargando perspectivas individuais» e parte do «código subjacente de todo o universo». Com alegria e sentido de liberdade.

Interlúdios

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE JOÃO SOUSA
9 SETEMBRO • 21H THEATRO GIL VICENTE

A decorrer no Theatro Gil Vicente entre 9 e 12 de Setembro a exposição mostra uma visão distinta sobre o festival. João Sousa é um fotografo Barcelense que se tem destacado na recolha de imagens muito próprias sobre apresentações artísticas.